A Teoria das Organizações reúne diferentes explicações sobre coordenação, cooperação, decisão e adaptação. Na leitura histórica desenvolvida pelo OTH7600, as abordagens clássicas enfatizam tarefa, formalização e estrutura; as relações humanas e os estudos da cooperação ampliam a atenção à experiência social; e as perspectivas decisórias, sistêmicas e contingenciais examinam racionalidade, interdependência e ajuste ao contexto.
Esse percurso mobiliza, entre outros, Taylor (1911), Weber (1947), Barnard (1938), Mayo (1933), Simon (1947), March e Simon (1958), Katz e Kahn (1966), Burns e Stalker (1961) e Lawrence e Lorsch (1967). O argumento do artigo fundante é que o reconhecimento dessas relações não produz, por si só, uma unidade comum para representar seus desalinhamentos.
Polos podem incluir entes não humanos quando avaliações puderem ser associadas às relações em que participam.
A MODR propõe tomar a relação direcionada como unidade ontológica primária e formalizar a diferença entre esperado e percebido como propriedade de seu estado. A contribuição pretendida é sustentar comparação estrutural e agregação entre relações heterogêneas, preservando seus referentes e condições de observação.
Síntese do argumento teórico do OTH7600, seções 6.1–6.3. A proposta acrescenta uma camada de observação às abordagens existentes; sua utilidade empírica requer investigação.